Namorar aos 16 anos

Adulto pode namorar jovem de 16 anos? Entenda a lei brasileira. O jogador Rafael cometeu crime ao namorar uma menor de idade? A morte da namorada do jogador de futebol Rafael Silva, da Portuguesa ... Santamaria-Comecei-a-namorar-aos-13-anos-aos-16-adotei-a-primeira-filha-e-assinei-pelo-Sporting-por-10-anos.-Hoje-sou-fiscal-da-Emel A casa às costas Santamaria: “Comecei a namorar aos 13 anos, aos 16 adotei a primeira filha e assinei pelo Sporting por 10 anos. Hoje sou fiscal da Emel” À primeira vista tem um ar duro, de Uma jovem de 16 anos traiu o namorado com um homem de 40 que ela e uma amiga conheceram online e perdeu a virgindade com este. Agora, tem medo da reação do companheiro quando descobrir tudo o que aconteceu. A rapariga, que não é identificada, pediu conselhos sentimentais à coluna do jornal The Sun. 'Tenho 16 anos e fui com uma amiga ter ... Eu tenho 16 anos e meu namorado tem 26 ... A gente namora escondido a 2 anos e 10 messes, antes d namorar escondido meu namorado conversou com meu pai , mais ele não quis disse q eu era de menor ainda e falo q n deixava , q eu só podia namorar com 18 , Mais Eu n ... tive duvidas disso ,, mais o problema e meu pai . olá ,tenho 14 anos e eu conheci um menino de 16 anos .ficamos por 5 meses ,pra ver se gostamos um do outro. então quando completamos 5 meses ,ele me pediu em namoro 'oficialmente '.eu aceite ,pq gosto muito dele .meu primeiro amor ,só que tenho medo de contar aos meus pais,pq eu nao tenho muita liberdade com eles .estou com muito medo ,mas quero muito contar ,pra mim tirar esse peso da ... Pra vocês, qual a diferença de começar a namorar aos 16, 17 anos e aos 30 anos? 0. anônima 196 14/12/2019 19h41. ter o primeiro namoro aos 17 e aos 30 anos aos 30 vai tá mais velha mas não tem experiencias em relacionamentos então é como se ela fosse jovensinha no coração? opiniões ? paquera ... Filha adolescente com 16 anos pode ser impedida pela mãe de namorar adulto? Ele é um rapaz muito mentiroso, dizia ser rico e ter posses( não me importo que seja pobre), começou meio respeitoso e aos poucos foi mostrando ser manipulador, já chamou de piranha, acabada... pressiona, humilha, mente a cada frase que fala, coloca a filha contra ... Aos 39 anos, a bagagem de Mónica é um «pouco mais pesada» do que a do namorado. Além de um divórcio, tem dois filhos, um com 21 anos e outro com onze. Imagine namorar um rapaz fora da igreja, primeiro eler nãoi vai entender porque você só pode namorar com 16 anos, segundo ele não vai entender porque você tem um padrão de namoro, terceiro ele pode não querer ser membro , ou, até pior só aceitar setr membro para namorar com você, entre várias situações em que ele não vai entender e pode até afasta-la da igreja.Um jovem membro ... Santamaria: “Comecei a namorar aos 13 anos, aos 16 adotei a primeira filha e assinei pelo Sporting por 10 anos. Hoje sou fiscal da Emel” Alexandra Simões de Abreu. 25/01/2020.

Oii Luba, turma, editores, gatas e todo tipo de coisa que pode estar vendo ou lendo isso. Essa é a história de como um ex meu ficou obcecado por mim. (Essa história pareci de um nice people, mas não rola xingamento, então não sei como identificar kk)

2020.09.12 17:23 NaomyChan Oii Luba, turma, editores, gatas e todo tipo de coisa que pode estar vendo ou lendo isso. Essa é a história de como um ex meu ficou obcecado por mim. (Essa história pareci de um nice people, mas não rola xingamento, então não sei como identificar kk)

(Vamos um pouco pro passado, inicio do ano em fevereiro) Antes de a gente começar a namorar com ele, eu conheci uma menina ( vamos chamar ela de Rainara) e queria muito fica com ela, porém ela tava namorando, mas tinha dito que se a gente se encontrasse de novo nos poderíamos ficar se eu quiser se, logico que eu aceitei, como na época esse cara o Cars era meu melhor amigo, eu contei pra ele. (Se passou, agora em Julho) Eu era muito próxima do Cars, e ele começou a gostar de mim e me pediu em namoro, eu aceitei porque achei que gostava ele, umas semanas depois, eu tava percebendo que eu tava gostando da Rainara de um jeito diferente, ai eu me toquei que eu gostava do Cars como amigo e senti a algo mais pela Rainara. Terminei o namoro com ele. (Agora vamos pra, quinta feira agora, dia 10 de setembro) Eu pedi a Rainara em namoro e ela aceitou, no dia seguinte eu coloquei que tava namorando nos status e o Cars veio encher meu saco. (Hoje dia 12 de setembro rolo o seguinte dialogo, copiei a conversa do WhastApp mesmo porque é mais fácil como ele digita palavra por palavra eu tive que da meu jeito pra n fica tão longo) [02:55, 12/09/2020] Ser Insuportável: Vc Foi Desleal A mim Se era Afim Dela Não tinha Aceitado Namorar Cmg Como dizia Me amar Amando Outra Isso Tudo So por não estou ai Olha so Fassamos assim estou disposto a esquecer tudo isso apenas volte pra mim e vamos retomar um futuro que ainda temos pela frente
[08:55, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Vc sabe q tem como gostar de 2 pessoas ao mesmo tempo neh? No caso n é só pq você não ta aqui. Entenda EU TO NAMORANDO
[10:33, 12/09/2020] Ser Insuportável: Otimo Entt Pq Não nos 3?
[10:34, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Pq eu n gosto mais de vc? Entenda
[10:34, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Eu n gosto mais de vc
[10:39, 12/09/2020] Ser Insuportável: Mentira Isso E mentira E vc sabe So ta dizendo isso Pra que eu pare de insistir Mas não vou Pq eu te amo Quem ama cuida protege da carinho e nunca abandona Não faz isso cmg vey porfv volta pra mim🥺❤️ Quando nunca mais Achei Que fosse Feliz
[10:43, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Cara
[10:43, 12/09/2020] Ser Insuportável: Deus te colocou
[10:43, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Vai te fude
[10:43, 12/09/2020] Ser Insuportável: Na Minha
[10:43, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Entende
[10:43, 12/09/2020] Ser Insuportável: Vida
[10:44, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: EU NÃO TE QUERO MAIS, EU NÃO GOSTO DE VOCÊ, EU NÃO TE AMO MAIS
[10:44, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Entende
[10:44, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: EU TO FELIZ NAMORANDO UMA GAROTA INCRÍVEL
[10:44, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: Entende isso
[11:10, 12/09/2020] Ser Insuportável: Mentiraaaaaaaaaa Pohaaaaaaa Para de mentir Pra mim Vc me ama Se Não amasse não teria me dado uma oportunidade
[11:10, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: desculpa
[11:10, 12/09/2020] Ser Insuportável: E vc que não entende isso
[11:11, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: mas acho q ta confundindo as coisas
[11:11, 12/09/2020] Ser Insuportável: Não
[11:11, 12/09/2020] Ser Insuportável: Não to
[11:11, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: como eu tinha falando antes, EU CONFUNDI AMIZADE COM AMOR, EU NÃO QUERO VOCÊ MAIS, EU TO NAMORANDO COM UMA GAROTA, entende as coisas! Não se confunda, se tu acha q é mentira o trem deu ta namorando eu te mando print deu pedindo ela em namoro
[11:13, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: entende cara: eu n quero vc
[11:14, 12/09/2020] Ser Insuportável: Olha eu posso ate se apaixonar por outra pessoa o que eu acho dificl e o coração obedecer Ele so pertence a vc Não vou deixar Vc Ir Eu amo vc e so quero vc Pra mim Não me peça para entender O impossível Mas eu peço para você compreender que eu te amo e eu não quero te perder
[11:16, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: cara só supera
[11:16, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: e para de encher a porra do meu saco
[11:16, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: tu ta a quase 1 mês no meu pé
[11:17, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: já n aquento mais vc
[11:17, 12/09/2020] Ser Insuportável: Fala o que vc quizer Mas eu não vou Desistir Ja disse Não vou
[11:19, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: só para de manda msg
[11:19, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: agradeço
[11:20, 12/09/2020] Ser Insuportável: Não Vou Para Vou mandar Ate Vc Perceber Que o unico Amor Da Sua Vida Sou eu
[11:22, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: O porra, para de ser obcecado por mim! Eu n gosto de vc!!
[11:23, 12/09/2020] Ser Insuportável: Não dá sempre que eu penso em você meu coração dispara sempre que eu tô dormindo tô querendo contigo sempre quando eu não tô fazendo nada tô sempre pensando em você não dá para esquecer um grande amor
[11:23, 12/09/2020] 🏳️‍🌈♥️Eu♥️🏳️‍🌈: cara vc ta parecendo um psicopata obcecado, isso ta mt estranho e tbm fica mais estranho ainda pq vc é maior de idade, velho só para, só me deixa em paz Ai eu dei um block Minha namorada mandou mensagem pra ele falando que era pra ele parar de me incomodar, se ele quiser se amizade tava tranquilo que ela não se importava, mas que ele confundiu as coisas, etc (a mesma ladainha que eu já tinha falado) ele foi e xingo ela de todos os nomes possíveis e falou que a culpa de eu e o Cars terminamos era dela, sendo que a culpa foi minha de confundir as coisa E esse é o fim, espero que ele não me procure mais. Tenha um bom dia Sr. Leitor ^^
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2020.09.07 02:50 Kl111w Estou muito confuso (🛑 ALERTA DE TEXTO HIPER SUPER MEGA GRANDE 🛑)

Bom, isso aqui vai demorar; então você que realmente não tá afim de ler um mini livro, acho que não vai valer a pena pra você hehe. Vamos lá, tenho 16 anos, meu pai é um sociopata que batia muito na minha mãe, já chutou ela ameaçou de morte e os krl, porém (surpreendam-se) ela se descobriu lésbica. Ela teve eu e meus dois irmãos com meu pai, mas depois que se descobriu lésbica começou a namorar minha madrasta enquanto ainda era casada com meu pai a cerca de 10 anos atrás. Quando minha mãe ainda estava com meu pai, ela tinha muito medo dele e por isso não queria pedir o divórcio; minha avó, minha madrinha e minha madrasta incentivaram ela e ela acabou pedindo, teve a separação de bens e tal, a guarda foi pra ela, e etc, etc, etc... meu pai não para de importunar não só ela como meus irmãos até hoje; ele teve criação militar e fazia o mesmo comigo e com meus irmãos, eu tinha que estudar até cerca de 2 da manhã e acordar às vezes as 6 para ir pra escola; era um INFERNO eu ODIAVA com todas as minhas forças aquela casa; bom mesmo o jeito com que ele """""educava"""" eu e meus irmãos ser uma bosta, era inegável que, querendo ou não, funcionava; minhas notas eram exemplares, ganhei competição de matemática, português, soletração e várias e várias medalhas de judô e jiu-jitsu, detalhe: eu odiava esses esportes, ainda mais por causa do professor que >literalmente< batia com um pedaço de cano de pvc nas costas dos alunos. Eu odiava muito meu pai porém ele tinha uma coisa que atraia eu e meus irmãos: $$$. Ele tinha muito dinheiro, então a gente viajava quase todo ano pra fora do Brasil; fui pro Chile 3 vezes, Paris 2 vezes, Roma 1 vez... sem contar as viagens dentro do próprio país que pra uma criança é o paraíso: Beto Carrero; Beach Park; já entrei literalmente dentro da Amazônia, mergulhei com golfinhos; fui pra Fernando de Noronha fazer mergulho profundo, nadei com tartarugas, vi os filhotes das tartarugas pelo projeto Tamar; fui pra cidade de gramado, já fui pro Sul, pro Paraguai, vi as cataratas do Iguaçu; eu tinha uma casa na árvore, um quintal com váááários brinquedos... Enfim, o dinheiro acabava compensando.
Mesmo assim, ver meu irmão quase sem conseguir andar de tanto apanhar do meu pai, a marca do chinelo certinha nas costas dele ao ponto de eu ter que dar banho nele e vários outros casos já estava enchendo a minha paciência. Minha mãe era meu porto-seguro, com ela eu era mais leve, eu via os problemas da vida indo embora, apesar de ela não ter o dinheiro do meu pai e não poder dar as coisas que ele dava, era um alívio enorme no meu coração poder pisar na casa dela e saber que ali, ALI eu tava seguro; sem gritaria, sem ordens 24h, sem ter que me preocupar em apanhar por ter deixado a caneta cair da carteira, ali eu tava de bem com a vida.
Eu e meus irmãos fomos crescendo e começou aquela história, processos e mais processos judiciais; minha mãe contra meu pai, meu pai contra minha mãe; se eu falar pra vocês que meu pai subornou uma escola CATÓLICA para criar um documento falso e colocar no processo vocês acreditam? Bom, aconteceu isso e muitas coisas mais, o problema é que eu sou idiota, eu tenho o coração mole e por mais que tudo que o meu pai fazia eu, lá no fundo, perdoava e me fingia de cego; pra mim era só uma pessoa triste que precisava de amor, assim como eu, antes da minha mãe me dar esse amor. Eu ficava com raiva do meu pai; mas aí ele vinha falar comigo e fazia aquela voz melancólica, uma cara triste e abaixada e ele SABIA que eu ia cair nisso igual um patinho, esse filho da puta SABE CARA, que ódio.
Bom, enfim, minha mãe quis morar aqui em Portugal comigo e com meus irmãos, longe de problemas, longe dos tiroteios do Rio, longe do meu pai. Ele ÓBVIAMENTE não queria isso de jeito nenhum, criou mentiras, contratou não sei quantos advogados, para atrasar o processo o máximo possível; para vocês terem uma ideia, minha mãe vendeu a casa que a gente morava pq precisava do dinheiro e fomos morar com a minha tia enquanto o processo não se resolvia; minha tia mora em um apartamento, meu pai tentou ALUGAR o apartamento DO LADO do da minha tia pra literalmente ESPIONAR o que a gente tava fazendo, eu até hoje não acredito nisso cara, parece que foi um surto coletivo meu deus do céu.
No fim, conseguimos vir pra Portugal e começaram os problemas comigo, vamos lá: eu sou muito tímido, não falo com ninguém e tenho minha auto estima muito baixa (obrigado pai), meu pai me xingava sempre de burro, idiota e tals e quando eu literalmente tirei 11 em uma prova que VALIA 10 ele só mandou o famoso: não fez mais que sua obrigação. Bom, eu não sou bom com pessoas em geral, e minha adaptação foi bem difícil; eu tô aqui a um ano e meio e tenho 2 amigos; um é brasileiro que se mudou pra cá e o outro é um SUÍÇO que nem sabe falar português direito aí eu tenho que ajudar ele. Eu gosto de ficar na minha e tals desenhando ou conversando sobre o sentido da vida e a insignificância humana; na aula de filosofia tinha tantas coisas e experiências que eu queria compartilhar com a minha turma que vocês não fazem ideia, só que eu sou tímido e levantar a mão para falar está totalmente fora de cogitação; teve um trabalho em grupo que eu tive que apresentar aqui que foi uma das piores experiências da minha vida; minha mão começou a suar frio, eu começei a tremer, minha voz começou a falhar e quando acabou a apresentação eu tive que ir correndo pro banheiro respirar fundo, contar até 10 e tal, eu tava quase desmaiando, sem zoeira.
Bom, nunca encontrei pessoas aqui igual meus amigos do Brasil, onde conversávamos sobre anime, pokémon, desenhos, quadrinhos, super heróis, vídeo game, e etc; a maioria da pessoas aqui são adolescentes e eles só sabem falar sobre uma coisa: SEXO; eu não aguento mais cara; minha irmã se adaptou super bem, ela é meio que famosa aqui por causa do Instagram e do TikTok, além de ser a pessoa mais extrovertida que eu conheço; eu fiz um post também lá no sexualidade falando mais sobre essa parte da história, pode dar uma conferida se quiserem também :-). Bom dando uma resumida eu nunca beijei ou transei ou bebi ou qualquer coisa desse gênero, eu odeio multidão então qualquer convite que me convide para uma festa ou algo assim eu recuso de cara (até pq, se eu fosse eu ia ficar no canto rezando para que aquele inferno acabasse); aqui a bebida é liberada depois do 16 então é uma putaria só, os cara transa, bebe, fuma cigarro, maconha e os krl, tô nem brincando.
No fim de tudo acaba assim, eu me sentindo sozinho, com aquela famosa carência, e eu acabo percebendo que eu tenho muita raiva de tudo; tenho raiva de mim, das pessoas ao meu redor, dos meus professores, da escola que eu vou me mudar, de como eu não deveria estar reclamando porque eu obviamente sou muito privilegiado em relação as outras pessoas. Minha mãe é programadora e a maioria dos clientes dela são restaurantes; por causa do corona eles estão sem clientes, sem clientes = sem dinheiro, sem dinheiro como que eles vão pagar minha mãe? Estamos passando por um momento muito difícil e pra mim que sempre tive tudo é meio que um choque de certa forma, mas eu acho bom, pq assim eu passo a valorizar mais o que eu tenho; mas voltando, eu me odeio desde que me lembro como pessoa, e sinto que tô só vivendo; tipo, literalmente só vivendo; se eu fosse definido por um estado ou se você me perguntasse o que eu tô fazendo agora, a melhor resposta eu acho que seria simplesmente: Existindo.
Bom, eu não vou entrar muito em relação a vida amorosa e tals pq tá no post lá no sexualidade. Eu queria falar várias outras coisas, mas meus dedos estão doendo já, e eu acho que se você tá lendo aqui, eu te fiz ler muito né? Kkkkk, desculpa.
Bom por hoje é só pe-pe-pessoal.
Mas agora sério, se você leu até aqui, obrigado, significa muito pra mim :)
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2020.08.25 04:33 Puzzleheaded_Pepper7 PRECISO FALAR COM TODOS OS BISSEXUAIS AQUI.

Então,eu sempre fui apaixonado por meninas(e talvez por meninos,não tenho certeza),e desde pequeno,mesmo que errado,eu via pornô em revistas,dvds e tals escondido. Nunca fiquei com ninguém por ser muito inseguro por causa do meu corpo e timidez,mas eu beijei,no máximo,duas meninas que são minhas primas. Meses depois de descobrir a masturbação,descobri o pornô gay,então passei pelo menos 2 anos vendo apenas isso. Eu passei aquela época sem pensar muito sobre minha sexualidade,mas imaginava como sairia do armário como gay(raramente um pornô bi),pois não via as mulheres com os mesmos olhos como via até os 11/12 anos,porém,durante essa época,ainda tinha crush’s meninas,mesmo que não sexualmente. Só que aos 15/16 pra cima,comecei a olhar para as meninas de um outro jeito também,e isso foi crescendo aos poucos,começou com fantasias sexuais com as minhas crush’s, pornô (de pornô hétero a solo feminino)contos e sonhos eróticos(que acontece raramente),me sentia completo e feliz depois de “vocês sabem oq huehue”. Nunca deixei de gostar de homens tbm,mas minha sexualidade acabou se tornando mais fluida(assistia pornô gay,hétero,masturbação feminina,pornô bissexual,nudes). As vezes eu não me entendia,aí descobri o bi-cycle,o que explicaria porque meu gosto varia muito. As vezes estava querendo mulheres intensamente e nem pensava em homens,as vezes queria somente homens,as vezes os dois. Mesmo assim,mesmo sabendo dos termos e tals,isso me deixava confuso e pegava questionando a validade da minha bissexualidade porque já li muitas histórias sobre “bissexuais” que se descobriram Gay/lésbica/hétero,também pq todo mundo sempre perguntou se eu era gay muitas vezes por causa do meu jeito(eu odeio quando personalidade vira questão de sexualidade) e também porque demorei pra entender a fluidez da sexualidade humana e falta de representatividade bissexual(pois na mídia ou se é hétero ou é homossexual,aí faz parecer que bissexualidade não existe ou não é algo muito improvável),mas ainda assim,essa insegurança sumia,as vezes tenho certeza de que sou 100% bissexual,mas as vezes fico extremamente inseguro,achando não. Hétero sei que não sou. Eu também não consigo me imaginar em relacionamento sério,pois se me relacionar com uma mulher,certamente sentirei vontade de ficar com homens alguma hora,mas se eu namorar um homem,o mesmo acontece. Isso ajuda a piorar minha insegurança.
Edit: eu fui me descobrindo bissexual em 2016/2017,depois me descobri Bi em 2018 e foi indo até agora. Essa insegurança bateu só agora,em meados de 2020.
Edit: postando aqui porque não encontrei comunidade bissexual brasileira.
VOCÊS PASSARAM POR ISSO?? ESTOU FICANDO LOUCO??!! ME AJUDEM!! COMO POSSO FAZER ESSA INSEGURANÇA SUMIR??
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2020.08.22 01:06 Kami_Pijon Problemas de sexualidade e de relacionamento.

16 anos - Homem - Branco - Ansiedade por Laudo Eu namoro uma garota a 3 anos mas tenho duvidas sobre minha sexualidade ela sabe de td q eu sinto mas n sabe de td q eu faço.
Mais ou menos 7 meses dps de começar a namorar com ela eu conheci um cara super gentil ele e gay e foi o primeiro homem q eu senti atração e eu me envolvi com ele durante meu relacionamento e desde então eu me sinto diferente e n sei ao certo o q quero tnh sentido mt atração por homens principalmente sexualmente e tnh vontade de ser um femboy é meu sonho só q minha família n sabe sobre mim e minha namorada... e o maior problema... eu amo mt ela mas me machuca ver ela se culpando e se sentindo insuficiente por n conseguir me satisfazer tanto sexualmente qnt emocionalmente isso doi... eu sei como ela se sente... eu odeio falar essas coisas de "eu sou o bonzão" mas eu sou obrigado a dizer... infelizmente eu sou um ótimo namorado trato as pessoas mt bem e consigo deixar elas a vontade com mt facilidade e me sinto mt mal as pessoas vejam isso em mim... já q eu tnh mts duvidas sobre q tipo de pessoa eu sou... Até dentro de meus padrões...
Desculpa me perdi enquanto digitava n consegui terminar de uma forma descente.
N sei q merda eu faço.
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2020.08.19 02:57 fotosintetico Minha tristeza e aflição por falta contato com garotas

Eu cresci em uma família muito religiosa, por isso cresci achando q namorar sem o intuito de se casar era errado Sendo assim acabei q por muito tempo me distanciando das garotas sem conversar sem tocar sem nada desde criança, nunca soube como sequer falar,por isso elas sempre me trataram com diferença e nojo ,sofri e sofro com as consequências até hoje de nunca ter me aproximado muito de garotas ,olho para os lados e me vejo diferente dos outros vejo eles crescendo na vida conversando com garotas todos eles, e eu até hoje sem ter uma grande conversa ,beijo ou sequer um abraço,até hoje passo por depressões vão e vem , a sensação de ser diferente dos dos outros sempre me deixou muito mal ,saber q todos a minha volta já namoraram se beijaram me detona ,não ter me aproximado na idade certa acabou comigo transformando em uma luta diária de não me aproximar, Minha irmã sempre teve bons contatos com meu pai de falar sobre namoro, aos 14 anos ela conversou com meu pai sobre, e ele disse q só deixaria ela namorar qnd ela tivesse 16, o tempo passou hoje tenho 16 anos e nunca conversei com ele sobre Os meus pais sempre desconfiavam q minha irmã estava namorando ,passando por seria discussões entre eles ,hoje ela tem 21 anos e namora com um cara a 3 e meus pais apoiam, Uma das coisas que mais me deixa mal e que mesmo a minha irmã tendo passado por tudo que eu passei ela ainda beijou com 12 anos namorou várias vezes ,teve mais amigos homens do que mulheres ,e eu ainda aqui com 16 e nada E de mim meus pais nunca suspeitaram nunca colocaram regras me fazendo ainda mais triste por nem meus próprios pais pensarem algo melhor de mim
Isso acaba comigo diariamente
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2020.08.19 00:08 ItzHaruka Preconceitos estão me derrubando em um poço sem fim.

3x tentando postar... acho que agora foi..
Oi, pessoa que está lendo esse texto agora. Eu gostaria de desabafar sobre algo.. e se voce chegar até o final, adoraria um conselho, pode ser..?
Bem.. tenho 19 anos, sou um garoto transsexual (menina que se vê como menino) e nasci em uma família de Transfobicos religiosos. Desde o começo eu sofri preconceito, independente do que fosse. Eu comecei a namorar aos 12 anos mas desde os 10 eu ja ouvia a minha própria família sendo completamente homofobica comigo, sem eu nem mesmo saber se gostava de garotos ou garotas.. me julgavam, me chamavam de coisas horríveis e diziam que era apenas brincadeira..
Tudo só piorou quando descobri que era trans e gay.. comecei meu novo namoro aos 15 anos.. ele.. por incrível que pareça, estava passando pela mesma situação que eu.. eramos duas meninas que se enxergam como garotos e sofriamos com a homofobia de nossas famílias. Uma vez, na praia, eu resolvi contar pra alguém.. e isso terminou em um adulto de 29 anos (detalhe.. eu tinha 16) tentando me beijar.. eu tentei o parar e fiquei com medo.. me encolhi no canto do carro e não movi um músculo até ele me levar para casa.
Quando cortei meu cabelo.. como as pessoas dizem "joaozinho" recebi tantos insultos... e as pessoas começaram a falar cada vez mais de mim pelas costas... me xingavam... eu.. cheguei a descobrir que meu pai nem mesmo queria que eu tivesse nascido ao ponto de ter pedido um teste de DNA para confirmar se eu era seu filho... as palavras que ele usou me quebraram de tantas formas... "ela é o lado ruim da família, não é possível que seja minha filha" (mesmo eu me assumindo como transsexual.. continuaram a me chamar na forma feminina.. e olha... isso doia...)
Eu... comecei a ser tratado que nem escravo na casa de meus pais... limpando a casa toda sozinho... pra depois as pessoas julgarem dizendo que eu "não limpei direito"..
Eu sinceramente... não consigo mais aguentar... estou a beira do meu limite de cair nesse buraco obscuro que estão me puxando... não sou religioso o que é mais um ponto negativo pra eles.... eu sou um nada..
Não tenho importância alguma... "se acontecer só enterra", eu ouvi me dizerem isso tantas vezes... quando eu tive minhas tentativas de sumir desse mundo.... eu sou tão calado.. que mal tenho coragem de dizer algo... porque sei que irei acabar mal... eu pretendo sair dessa casa... mas até eu conseguir me ajustar... eu realmente não tenho lugar pra ir....
Essa pandemia está acabando comigo.... ter que ficar o dia todo ouvindo essas coisas... me trancar no meu quarto.... eu estou aqui desabafando porque eu sinceramente não aguento mais guardar isso só pra mim.. nao da.. sabe...? Uma hora você chega no seu limite......
Se voce leu até aqui.... eu agradeço..... sinto-me importante por um momento...
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2020.08.13 05:22 Na4te Enfim, apenas uma história que me marcou

Bom, eu tô afim de ouvir a opinião das pessoas a respeito desse acontecimento marcante na minha vida.
Diga oque você acha e oque talvez eu deveria ter feito.
É bom avisar q falo a respeito de sentimentos aqui, ADOLESCÊNCIA sabe como é né.
E como eu tenho vergonha de falar isso ao meus mais próximos eu conto a vocês.
Eu sempre fui uma pessoa avessa a relacionamentos, achava q nunca ia namorar ou me casar, Mas uma única pessoa me fez desejar isso.
Aos 8 anos de idade conheci uma garota que tinha tudo pra ser uma simples menina, apenas alguém que eu realmente esqueceria no futuro. Era uma menina beeem tímida e falava baixo, o único contato que tive com ela nesse ano foi apenas de ler e um texto junto com ela e nada mais.
Aos 10 anos reencontrei com ela novamente, porém nada de interessante ocorreu então, vamos pular alguns anos.
Depois de ter mudado de cidade e retornar aos 14, entrei em uma escola que nem queria por causa do meu primo, mas acabei gostando e por lá fiquei. A mesma garota estava lá nessa escola, continuava circunspecta e misteriosa. De vez em quando eu e ela trocávamos algumas palavras, mas nada de demais não chegavam nem a ser uma conversa.
Porém mais pro final do ano eu comecei a reparar muito bem nela, observava a maneira dela der ser oque me causou uma curiosidade.
Eu reparava que as vezes ela ficava me olhando discretamente, mas acho q era pq ela se sentia desconfortavel pelo fato de eu estar observando as vezes.( nada doentio)
Mas havia algo q só pensei depois, por exemplo, reparei que quando as pessoas apresentavam um trabalho ela normalmente não ligava, e ficava distraída com alguma coisa, mas quando eu ia apresentar ela prestava a atenção em mim, SÓ em mim.
Um ano depois aos 15, pouco depois das férias de julho.(agora que a merda aconteceu) Eu a vi sentada sozinha e fui falar com ela, afinal, eu a conhecia há anos e nem fazia ideia de quem ela era, só sabia o nome apenas. Conversamos durante umas 2h seguidas, com um papo muito irado que com certeza iria durar mais se tivéssemos tempo. Foi aí que eu reparei que todo aquele tempo havia uma garota incrível ali perto e nunca tinha "notado".
Eu senti algo que nunca havia sentido antes (paixão), eu passei a adimira-la apenas quando eu realmente descobri quem era aquela garota dos cabelos escuros e silenciosa.
Para a minha decepção, um amigo meu me disse " Eu quero tentar algo com a xxxxxxx!", e oque eu fiz? Nada! Apenas disse " Tenta! Ela é interessante." Eu notava uma possível reciprocidade( não sei se foi coisa da minha cabeça ), ela puxava assunto comigo coisa q não era comum dela fazer com outras pessoas, tinha uma coisa q eu fazia q ela odiava, mas relevava. Por vezes esse meu amigo estava tentando conversar com ela, mas não seu por que ele não conseguia, ela simplesmente ignorava ele e começava a conversar comigo.
(Esse meu amigo não sabe disso até hj)
E por fim, para não acabar com o "esquema" dele, eu me afastei dela com pesar no coração, mas me afastei. Acho q ela percebeu a minha distância e também resolveu deixar isso quieto. Mas o problema é que eu ainda continuava gostando dela, pra caralho. Observei que as vezes esse meu amigo tentava se aproximar, mas ela sempre recuava coisa q comigo não acontecia.
Também coloco parte dessa culpa em mim, afinal, se eu tivesse dito a ele oque queria talvez isso não teria acontecido , e também sempre fui muito tímido e reservado oq fez eu não falar nada pra ela oque realmente sentia.
Na verdade, acho q a culpa é toda minha!
Enfim, no final esse meu amigo desistiu dela e foi "caçar" outra pessoa, mas aí já era tarde demais pra mim. Eu não queria sair como o fura olho nem nada do tipo.
Quando ele já não queria mais nada, acho q ela já não sentia algo por mim ( se é que já chegou a sentir). Daí pra frente foi só ladeira a baixo, descobri coisas que me magoaram MUITO, acho q não é legal entrar em detalhes. E aos meus 16 anos minha mente e meus sentimentos estavam fodidos, e foi aí que eu saí daquela escola por motivos de trabalho mesmo, se não eu teria ficado. Mas algo que me atormentou bastante é que pouco tempo depois q eu saí eu vi ela colocando relacionamento sério com um garoto no Facebook, até hj não sei se foi brincadeira dos dois ou se foi real, mas aquilo doeu MUITO.
Hoje já se passaram mais de 1 ano e 2 meses que nem sequer vejo ela(por sorte ou por azar), mas eu ainda gosto dela, me sinto um otário por isso pq a maioria das pessoas q eu conheço supera algo do tipo em 3 meses ou no máximo 5.
Se tiver se perguntando, é... ela já sabe oque eu sentia , um boca aberta falou. Ela soube em fevereiro, desde então nem mensagem eu mandei mais.
Eu não sinto raiva dela, muito menos desse meu amigo. O único q eu realmente tive raiva foi de mim mesmo.
(Eu não me apaixonei por ela com apenas uma conversa, foram várias.) É bom dizer esse detalhe
Enfim, se você leu até aqui, caso queria opinar ou me dar um conselho fique a vontade. ;)
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2020.08.13 04:44 honey_green sou babaca por contar pra minha mãe que minha irmã estava traindo o namorado dela?

oi lubisco, turma, editores, gatas e possível web-convidado. aqui vai um pouco de contexto: minha irmã é 16 anos mais velha que eu, se casou pela primeira vez e saiu de casa com 20 anos e se separou 1 ano depois, ela começou a morar na casa da minha avó depois disso.
tudo começou quando eu tinha 8 anos e minha irmã começou a namorar o primo de uma amiga dela, vamos chamá-lo de "evan". ela costumava visitá-lo quase todo dia depois do trabalho e me levava junto para eu brincar com as sobrinhas de evan. a meninas eram bem legais, evan gostava muito de mim e a gente sempre tomava sorvete todos juntos. 2 anos se passaram e eles terminaram durante o são joão (até hoje não sei o motivo).
minha irmã então começou a namorar um outro cara completamente diferente de evan, tanto em questões financeiras, físicas e intelectuais. vamos chamá-lo de "naldo". naldo era apaixonado pela minha irmã de uma forma absurda, ele arrumou um apartamento pra ela sair da casa da minha avó e pagou os primeiros meses, comprou o ar-condicionado, tv e outros móveis pra ela. além de ter ajudado ela a conseguir a transferência dela para um hospital. ( ela é técnica de enfermagem e até então trabalhava em um posto perto da casa da minha avó). eu até gostava de naldo, por tratar minha irmã e respeitar ela mas ao mesmo tempo achava ele muito "estranho". sempre que eu mostrava algum desenho que eu havia feito, ele dizia que aquilo não daria futuro, além de caçoar das minhas primas por terem o sonho de serem bailarinas.
mas enfim, minha irmã gostava dele e isso bastava para minha família. no meu aniversário de 12 anos, reparei que minha irmã estava agindo de maneira estranha, sempre que falávamos sobre naldo, ela mudava de assunto, estava sempre escondedo seu celular e evitando usá-lo na nossa frente. mas eu resolvi ignorar, pois podia ser um assunto extremamente privado dela. pouquíssimos meses depois, ela começou a fazer comentários sarcásticos sobre naldo e dizendo que até teria um filho com por causa de suas boas condições financeiras, mas que jamais faria isso já que ele era "feio demais". ela também estava frequentando a praia quase todo dia e não queria quem ninguém fosse junto com ela.
não demorou muito para minha mãe ligar os pontos e entender o que estava acontecendo (evan era surfista, aliás). depois de algum tempo, ela disse que eu iria junto com minha irmã, somente para certificar de que ela não estivesse fazendo nada errado. descuti aqui, descuti ali, minha irmã disse que eu podia ir junto.
fomos a praia e no começo estava tudo normal, me divertir bastante, comemos bastante camarão e bebemos muita água de coco. na hora de ir embora, eu estava bem cansado e mal estava conseguindo me manter em pé, acabei pegando no sono dentro do carro. não sei por quanto tempo dormir mas quando acordei minha irmã não estava dentro do carro e estava tudo escuro, fiquei assutado e olhei pela janela para tentar identificar o local. talvez chocando 0 pessoas, vi minha irmã em um canto beijando alguém.
eu conhecia aquela silhueta, era evan. me abaixei com medo que me vissem e olhando o outro lado, vi que estávamos em um posto de gasolina. deitei de novo para pensar no o que fazer. foi quando eu escutei o carro destravar e no susto me encolhi. escutei o seguinte diálogo
— tem certeza de que ele não viu nada? —eu já te disse, coloquei uma coisinha na água de coco dele enquanto a gente tava na praia.
passei o caminho todo fingindo que estava dormindo e quando cheguei em casa continuava chocado.
meses foram se passando e quando percebi já havia passado 1 ano desde o ocorrido. e aquilo estava me consumindo. minha mãe reparou o meu comportamento e ficava me perguntando qual era o problema e eu sempre respondendo que era nada. até que eu não aguentei mais e acabei desabando de chorar no colo da minha minha mãe e contando tudo ( menos a parte da "coisinha" na minha água de coco).
minha mãe conversou com minha irmã e depois disso ela terminou com o naldo. atualmente tenho 14 anos e ela está noiva do evan. foi isso, beijocas e xauzinho✌️😗
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2020.08.05 20:44 Next-Jackfruit-1918 Violação

Eu tenho 16 anos, fui pela primeira vez a sério ao ginecologista porque comecei a namorar, queria saber se estava tudo bem, tirar algumas dúvidas, pedir a pílula, coisas normais que se deve fazer. Eu queria escolher a ginecologista onde ia mas a minha mãe obrigou me a ir ao ginecologista dela, disse me sempre que ele era um excelente médico, que foi o médico que a acompanhou quando ela estava grávida de mim e quando eu nasci. Por isso não tive opção, tive de ir ao médico dela, fui a uma primeira consulta e já não me senti bem, não gostei dos olhares, não gostei de ser um médico homem, não gostei da forma que me examinou.....contei isso a minha mãe ela disse que eu estava a fazer filmes para chamar a atenção, e para poder escolher eu a médica que quisesse, não me deixou trocar e não fez nada...uma semana depois o médico ligou a minha mãe, disse que se esqueceu de fazer um exame importante, que eu tinha de la voltar, a minha mãe obrigou me a ir. Desta vez a consulta era no consultório dele, não era no hospital, quando eu cheguei ao consultório já achei tudo muito estranho, não estava lá mais ninguém, nem rececionista, nem pacientes, ninguém...quando entrei para a consulta, ele nem falou comigo, mandou me tirar a roupa toda e deitar na marquesa com as pernas nos suportes, fiquei aflita, não me sentia bem com isto, mas tive de o fazer, quando acabei de me deitar, apareceu um outro médico, tentei tapar me o máximo que consegui mas ele veio em direção a mim e amarrou as minhas mãos e colocou me um pano na boca, e o outro amarrou me os pés, o médico da minha mãe virou se para o outro e disse: “Vês! Eu disse te que está valia a pena! Está ainda está apertadinha”. Não consegui fazer nada, não me conseguia mexer, não conseguia gritar, eles violaram me, por quase uma hora...tiraram me o que eu tinha de mais valioso, a minha virgindade, a minha inocência...a vez violavam me tanto na minha vagina como na parte de trás, quando acabaram disseram me que se eu abrisse a boca ninguém ia acreditar, que eu era uma miúda e eles médicos conceituados, não havia testemunhas, e que a minha mãe o conhecia bem, que ela nunca ia acreditar na minha história, e que ainda por cima como a minha mão não ia acreditar ele continuaria a ser meu médico é que me ia violar as vezes que tivesse vontade, e que tinha muitos mais amigos com vontade de me conhecer. Ele tinha razão, ela já não tinha acreditado antes, não ia acreditar daquela vez, eu vesti-me sai de lá a correr e fiquei calada, não contei nada, tudo isto aconteceu ha 6 meses. 2 meses depois de tudo acontecer, eu descobri que estava grávida, nesse momento eu tinha de contar a verdade, a minha mãe não acreditou em mim, chamou me de vagabunda, puta, oferecida, e ainda foi falar com o meu namorado que também não acreditou em mim, e que acabou tudo comigo, chamou me de puta, traidora, porca, disse que foi bem feita por ir para a cama com outros enquanto não era capaz de ir para a cama com ele, a minha mãe não disse nada ao médico, e expulsou me de casa, no dia que me atirou tudo porta fora disse que se eu era crescida o bastante para abrir as pernas e deixar fazerem me filhos, então também era crescida o bastante para me virar sozinha. Que ela na cria uma prostituta em casa. Tentei ir a polícia, mas quando a polícia falou com a minha mãe ela disse lhes que era um disparate, que ela conhecia o médico há anos, que eu estava a inventar a história porque tinha traído o meu namorado e me tinha corrido mal, a única coisa que a polícia me disse foi que era muito feio mentir e fazê-los perder tempo, mas que desta vez não me acontecia nada. Nunca acreditaram em mim nem por um segundo, tentei que fizessem testes de adn, riram se na minha cara e disseram-me que se eu continuasse a insistir na história, ia presa por difamação,perturbação e falso testemunho. Não tive outra opção senão desistir. Tive de abandonar a escola, consegui um trabalho que mesmo em meio da pandemia consegui manter, faço entregas de uma mercearia. Não é fácil, não só porque não é o que sonhei para mim, mas também porque toda a gente me olha como se eu fosse uma prostituta. A dona da mercearia a muito custo me arranjou um lugar para ficar, vivo na garagem da mercearia, não tem luz, e água só do lado de fora, mas pelo menos tenho um teto coisa que não tive durante 2 meses. Ganho muito pouco e com um bebé a crescer na minha barriga e sem estudos mais ninguém me dá trabalho. Junto cada cêntimo para comprar o que posso para o meu bebé. Toda a minha família, as pessoas que se diziam minha amigas, toda a gente me abandonou, quando alguma delas me vê na rua, ri-se de mim, comenta para o lado e muda de lado da rua. Eu nunca menti, aqueles canalhas violaram me e engravidaram me, e não lhes vai acontecer nada, e o pior é que eu tenho a certeza que já o fizeram antes e que o vão continuar a fazer, mais e mais mulheres/jovens/crianças vão ser violadas por eles e provavelmente vai continuar a não acontecer lhes nada, enquanto eles vivem felizes as vidas miseráveis deles, eu vivo numa garagem sem luz, com água só do lado de fora, a ter de fazer as necessidades num balde, porque só ganho 250€ por mês e não tenho dinheiro para ir para outro lugar, mal tenho dinheiro para comer, e pouco que tenho uso para comprar tudo o que meu bebé vai precisar, sofro porque não sei como vai ser quando ele nascer, não sei se vou conseguir pagar o parto, não sei se mo vão tirar por falta de condições, não sei se me vão meter numa instituição porque vão perceber que não tenho ninguém, não sei se vou ter vida daqui a 16 semanas quando o meu bebé nascer. Eu suporto tudo o que for preciso, mas se me tiram o meu filho, se me tiram o meu bebé eu não aguento, se mo tiram a minha vida deixa de fazer sentido, se afastarem o meu bebé de mim eu vou vingar me dos filhos da puta dos médicos e a seguir eu mato me. Eu não vivo neste mundo nem o meu bebé.
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2020.08.04 00:36 Lorde3xtreme Aquele que precisa esperar até os 18 para ser feliz.

Quero dizer logo de inicio, que isso não um descurso de odio, apenas um resumo de uma grande historia. Eu n quero disctorcer nenhum dos fatos, então serei complemente sincero no que digo. Alguns momentos pdoem ser engraçados e outros de puro "desespero". Dito isso, boa leitura. Olá luba, Editores, Gatas(fofinhas/deusas) e turma. Eu tenho 16 anos e dês dos 13 eu tenho depressão, eu fui uma pessoa que basicamente só se importava em tentar perder a virgindade, dar bjs etc. Eu causei muitos problemas para meus pais devido a garotas. Eu furtei meus pais, cortei os braços, tudo por causa de garotas. Eu mudei em 2020, me tornei uma pessoa madura, assumi todos os meus erros e honestamente, estou com minhas opniões fixas sobre muitas coisas que dificilmente podem mudar. Bom, agora vou lhes apresentar 6 personagens que são crucias para essa grande. Mãe, Pai e avó. Vamos chama-lós de "treade terrorista". Agora para minhas salvadoras. Giulia, livia e Jennyfer, mais conhecidas como Pudin, batata e floquinha, minhas melhores amigas, e as pessoas que mais amo em meus 16 anos. Eu conheci pudin no inicio de 2020, no amino, uma rede social de comunidades de diversos temas; k-pop, RGPs, series e etc. Em uma comunidade já morta de RPG eu encontro um belo perfil, de uma personagem bem bonita. Eu a chamo no privado e começamos a conversar de boas, dai surigiro um RolePlay. Ela prontamente aceita e cenos por varios dias. Eu sou bastante sociavel, mesmo n saindo de casa. Nós nos falavamos bastante em off. Após uma semanas de conversa nós trocamos instagrans, descobri que ela é uma artista mirin, e honesmente eu nunca vi coisas tão bem detalhadas. Após mais dias de conversa nós trocamos numeros de zap, nós já estavamos bem intimos, conversamos todos os dias e trocavamos fotos comuns. Ela é uma loira de olhos azuis, patricinha e fdp, porém a amo. (Leva na brincadeira gih ksk). Após eu me apaixonar por ela, oque seria óbivio. Ela tbm disse que gostava de mim, e eu fiquei hyper feliz. Após alguns meses o "interresse foi se perdendo", ela disse que namoraria cmg, caso eu morasse em curitiba (eu sou do RJ). Enfim, eu me entristeci, mas sejamos honestos, namoro é passageiro, amizade é eterna. Agora vou entroduzir a batata, n lembro como eu a conheci, mas foi graças a gih, pós elas são melhores amigas. Após alguns meses nós nos consideravamos irmãos basicamente. Ela me ajudou tanto quanto a gih, e eu as agradeço sempre que posso, elas querem me bater por causa disso ksk. Livia me ajudou a ''superar'' a gih, mesmo eu ainda tendo sentimos fortes por ela. Enfim, vou lhe entroduzir a sexta pessoa, Floquinha, eu a chamo assim por causa das personagens de RPGs dela, são todas brancas como neve hehe. Ela é como uma.. mãe ? Irmã mais velha ? N sei descreve-lá, só sei que ela é importante. Agora vamos para duas historias. Minha mãe é uma completa karen, e eu posso provrar. Nós fomos numa churrascaria a algumas semanas atrás, eu, meus pais e meus avós (meu avó emprestado n ofc). O local estava lotado, e mesmo assim nós entramos, fizemos um pedido, dois churrascos mistos, que normalmente um desses vinha bastante carne, mas como o lugar estava lotado eles diminuiram a quantidade de carne. Quando a comida chegou minha mãe disse "n é possivel". Eu n me importei muito e fui comer. Eles reclamaram o almoço todo, dai minha mãe chamou a garçonete, é a conversa foi +/- assim:
Mãe: Amiga me tira uma duvida, vocês colocaram pouca carne
Moça: O gerente que determina isso.
Mãe: N teria como vc me dar mais carne (de graça)
Moça: Isso vc resolve com o gerente, ele ta na churrasqueira. A moça da as costas e segue com seu trabalho. Ela foi no gerente e reclamou, eu n pude ouvir mas apenas imagine uma karen sem ração querendo algo de graça. Ela volta com uma postura de "fodona" (uma coisa que ela se alto intitula), dizendo com arorgancia "Vai vim mais carne pra nós". A garçonete chega com pequenos pedaços de carne, uma linguiça partida e uma coxinha de frango. Ela reclama novamente e come, puta dnv. Eu n tinha comido frango, pq eu dei o meu pedaço para o meu avó postiço. Meu pai havia comido um, e quando eu fui pegar ele tomou do meu prato e disse que eu já tinha comido, Claramente ele n viu a minha ação. Eu ignoro. Minha mãe começa a falar merda como sempre. Então a conversa toma esse rumo.
Mãe: Nunca vi da pouca comida pra gente.
Eu: Bem o lugar está lotado, então era de se esperar que ia vir pouca comida.
Mãe: fds, nós estamos em 5 pessoas, como eles n viram isso ?
Eu: Dnv, o lugar ta cheio, e tem gente aqui com mais de 5 pessoas.
Mãe: Ah cala a boca, n vou discutir com um petisma. (Eu n sou bolsominion e nem petista).
Eu: Ok karen, cê ta certa: Todos ficam do lado dela, sendo que ela está errada, mas ok. Uma coisa a se destacar é o olhar de nojo que a minha vó dava pra mim o almoço todo. Eu tenho cabelo vermelho, uma mão de esmalte preto e "GoStO dE cOiSas De GaYs". Certo, vou por um ponto aqui, no cardapio n esta dito que tem que vir uma quantitade especifica, então eles podem controlar isso como bem entender. Já passaram raiva o sufiente ? Então se preparem. Hoje, nesse dia que eu estou escrevendo. Ela alcançou o pico do pico do estresse. Ela pediu pra ir na rua cmg, devido a alguns problemas que tive na noite passada eu recusei, n estava com a cabeça pra sair do meu quarto, e a depressão n ajuda. Enfim, ela ficou outa, eu fui jogar o lixo fora e quando voltei fui para o meu quarto. Ela chegou calmamente e me perguntou:
Mãe: Você realmente n vai cmg na turma meu filho ?
Eu: N mãe, eu n to muito bem e tals mas a senh- Ela me intenrrompe com um atk de furia, pegando meu xbox e jogando contra o chão, o chutando. Ela pega todas as minhas roupas pretas e começa a colocar em uma sacola. Dizendo que que eu sou uma pessoa egoista, fria, que tem raiva dos outros sem motivo, que eu sou interreseiro. Dentre outras coisas. Eu me controlei, n falei absolutamente nada e comecei a dobrar as roupas "claras e lindas" na visão dela. Dps do choque, dela começar a me ignorar e ficar se fazendo de vitima para o pai, eu desabei. Eu chegei no limite da depressão, e se vc viu os videos do lubam sabe do que eu to falando. Eu pensei, pensei, e com as lagrimas e soluços eu peguei meu celular. Eu pedi, implorei ajuda, minhas melhores amigas vieram e me acalmaram. Outros amigos se pronunciaram, eu n posso dizer o nome de todos, mas.. Obrigado Pablo(profecia do google), maria, felipe, arthur, bianca(primeira irmão de consideração). Ngm soube como me ajudar, exceto minha melhor amiga maior de idade floqunha. Ela me acalmou, começou a conversar, ela n tem dinheiro o sufiente para me sustentar em outro lugar, ou me levar pra casa dos pais dela, aonde ela mora no caso. Pós meus n deixariam e eles seriam presos por sequestro. Ela disse que se pudesse casaria cmg, assim podendo pegar minha guarda, assim eu poderia ficar sobre a asa dela. Ela tem namorado, e ela se dispos a isso, ela está noiva de certa forma, e ela colocaria tudo a perder por mim. Eu n sei como agradece-lá, honestamente eu n tenho palavras pra descrever tal sentimento. N posso descartar ngm que me mandou mensagem, pudin e batata n sabiam como lidar com isso, então só ficaram sem falar nd. Agora eu tenho que esperar até ios 18 para arrumar um emprego e sair desse inferno. Pq por enquanto, minha mãe n deixa, só pra me chama de vagabundo e insprestavel, mesmo alegando que isso iria acabar com meus estudos. Eu vou dar os printis da conversa que tive com a floquinha e fazer um pedido aqui. Giulia, se estiver vendo isso eu quero te desejar um feliz aniversario, espero que tudo de certo na sua vida e que vc seja uma grande artista. Sei que as coisas são dificeis, mas quero te perguntar. Você gostaria de namorar comigo ?
Livia, obrigado por toda madrugada ficar me ouvindo chorar e reclamar, vc é a irmão que eu nunca tive, isso tambem vale pra você bianca, você foi a primeira.. obrigado..
Jennyfer, eu n sei como lhe agradecer, mas quero que saiba que sempre vou estar ao seu lado. Obrigado, muito obrigado. A todos vocês, eu amo vocês.. mais do que a minha propria vida, por isso n posse me desfazer dela, pq tenho vcs. Boa noite luba, editores e turma, espero que vc tenham uma otima vida, bjs =30(finalmente coroa kk, brincadeira).
https://imgur.com/a/KfxZzVU
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2020.07.30 22:11 lukerafirst_ vácuo inesperado.

Ola luba, editores, possível convidado, gatas, papelãossoas e turma que esta a ler. Bom, minha história começa a uns 16 anos atrás, quando eu conheci a (vamos chamar de "luna"), era época de flogão, fizemos amizade rápido e passamos algumas madrugadas conversando no msn, desde então sempre mantivemos contato, ela tinha uma irmã que eu também fiz amizade, (vamos chamá-la de lana), o primeiro contato que tive com ambas foi uma ida ao cinema, eu tinha marcado apenas com a lana, mas insisti pra ela levar a luna também, pra eu conhecer as duas.
Depois disso passaram bons anos e sempre com amizade com ambas, relativamente próximo, fui até na cerimônia de formatura da lana, enfim, mais um tempo passado a luna começou a namorar, e em pouco tempo decidiram casar, a essa altura eu já não tinha tanto contato com a luna, porque eu fiz uma piada com ela no messenger do facebook (algo que sempre rolava, direto a gente se zoava) o então noivo viu, não gostou e pediu para que eu parasse de ter esse tipo de conversa com ela. depois disso a lana me manda mensagem dizendo que eu seria o padrinho de casamento da luna entrando na igreja com a lana (eu ainda tenho o lenço de casamento de padrinho, bom, é pra estar na minha gaveta).
o casamento rolou, foi bonito e eu até assinei na ata como testemunha, a lua de mel deles foi em gramado, passou pouco tempo e separaram, (luna me disse que já na lua de mel estavam com desentendimentos), depois que separaram ficamos mais próximos, a gente saiu algumas vezes, eu ia bastante na casa dela, (eu sempre ME convidava, só dizia, sexta vou aí) ela era uma entusiasta de gastronomia e sempre fazia um prato maneiro, depois disso assistíamos um filme e ficávamos trocando ideia.
depois de um tempo, obviamente eu comecei a querer ela não apenas como amiga (hauehuiae como já deve estar pensando - óbvio [o poço]), eu até falei sobre com a lana, mas eu tinha uma barreira psicológica gigante, porque fui padrinho dela, achava que tentar uma aproximação além de amigo seria errado, ainda mais que sou católico, e não nego que em algumas oportunidades eu poderia tentar algo, mas fui MUITO banana e deixei escapar, piora o fato de ser tímido.
eu sempre chamava as duas para minhas festas de aniversário, e nunca foram, (moramos em lados opostos da cidade), e o contato virtual com a luna já não era grande coisa mais, porém, era sempre ótimo quando eu estava pessoalmente com ela. o fato de que a única forma de vê-la era me convidando pra ir em sua casa me deixou meio zoado das ideias, mas sempre que estava lá era muito bom, até os pais delas gostavam de mim.
uma vez eu busquei a luna para saírmos, e acabei apresentando-a para uma outra amiga minha (vamos chamá-la de maria) as duas se deram bem e trocaram contato, foi quando a luna pela primeira, ou segunda vez que me lembre, me chamou pra algo, na verdade, ela disse que sairia com a maria e que a maria falou pra que eu também fosse, mas ela "me convidou" me mandando um print da maria chamando-a para sair, haieuhauiehaueihuaiehuaie na hora eu nem liguei, mas quando eu lembro eu penso (que fdp).
considerando tudo isso, e sabendo que eu só as via (especialmente a luna que eu estava obviamente interessado, talvez apaixonado?) eu decidi que deliberadamente não puxaria mais assunto com a luna, minha ideia é que eu falaria com ela apenas quando ela puxasse papo comigo/me chamasse para algo... isso já tem 5 anos... nunca mais nos falamos.
algumas semanas atrás, eu sonhei com ela, eu descobri que ela estava abrindo uma doceria dentro de um shopping na cidade, ela já terminou o curso de gastronomia e estava abrindo seu próprio negócio, vi isso porque stalkeei seu perfil no instagram, fiquei muito feliz por ela, mas infelizmente veio a pandemia e não sei mais o que aconteceu.
eu sei que ela não usa mais o facebook, então eu abri o messenger e disse que sonhei com ela, só queria falar mesmo, não era nem pra ela ler, acontece que ela ainda usa o messenger, e leu minha mensagem, eu vi que leu porque eu reabri o messenger... ela quando eu vi que ela leu, já haviam passados alguns dias, e ela não disse nada.
bom, é isso, a história ficou muito longa, nem caberia em um vídeo, mas foi bom escrever isso.
bjbj turma :^)
https://imgur.com/1ThFTO1
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2020.07.30 20:23 Jaozim_capixaba_VV Frustração sexual e puritanismo. A má influência da igreja e como ela tem afetado a vida sexual de jovens da sociedade

Edit: aproveito para deixar 2 subs sobre o tema:
exchristian e exReformed (em inglês)

Vou falar sobre meu passado religioso e como isso afetou minha vida sexual.
Exemplos deste puratinismo pode ser visto em blogs como https://naomordamaca.com/ que foi um dos principais sites que eu seguia na adolescencia para buscar a abstinência sexual e me reservar para "a minha escolhida".

As frustrações sexuais são sintomas e não uma causa.
Estes sintomas, incluem a falta de atenção afetiva, de poder se abrir e ser falar com honestidade os seus sentimentos para outra pessoa, de se sentir desejado/a de ter contato físico, carícias e até sexo.
Pode ser que existam diversas causas que levem as pessoas a se isolarem deste tipo de intimidade. Se trancando em suas conhas e criando assim a frustração.
Vou citar um exemplo que destas causas que perdurou por quase toda a minha via (tenho 28 anos)
Para mim, a causa foi ter sido criado em um lar extremamente religioso que moldou minha visão de que sexo (fora do casamento) é pecado, sujo e imundo. Além disso sofri anos de abuso emocional por parte dos meus pais (e ainda sofro com isso).
Uma vez que alguém se encontra em uma situação dessas, é difícil arranjar uma solução fácil. Tem gente que vai pras drogas e sexo/vida loka, mas que acaba sofrendo por que, pra falar a verdade, sexo não é tudo. o que a pessoa buscava era uma alguém que a aceitasse por completo.
Outras pessoas, como eu, passam a se reclusar e a lutar fortemente contra estes instintos sexuais e a negar a própria vontade.
É tipo como você se obrigasse a fazer um jejum intermitente. Exemplo: "comer apenas uma refeição por dia por 5 anos seguidos".
Certamente será danoso para o corpo, vc vai ficar fraco, zonzo, ter anemia, pior desempenho e tudo mais.
Exceto pelos religiosos mais "birutas" (desculpe se ofendi) ninguém vai ficar 5 anos fazendo este tipo de jejum.
Então, voltando ao meu caso (que certamente é compartilhado por algumas pessoas com frustração sexual):
Ao ser criado neste ensino religioso Eu aprendi que:
Isto sem falar nas outras áreas da vida (mas este post já tá gigante)
Observando estes pontos, qualquer um consegue entender por que eu nunca namorei e nunca fiz sexo.
Esta vontade não era minha. eu tinha desejo de buscar felicidade ao lado de uma mulher.
Esta vontade foi imposta a mim (e vários outros jovens da minha igreja. Muitos, ainda virgens e com a minha idade).
Foi inculcada na minha cabeça. Foi uma lavagem cerebral. Também foi defendida por minha mãe.
Logo, eu, com 16 anos, tinha medo de namorar e correr o risco de levar esporro de meus pais. Eu não tinha coragem de levar uma garota pra minha casa. Na verdade, eu raramente levava amigos pra minha casa (mas aí é por causa de outros problemas).
Nestes ultimos 4 anos, eu comecei a mudar
Primeiro, eu fui perdendo a fé nas coisas da igreja de pouco a pouco.
Por incrível que pareça, o motivo não era as coisas que escrevi acima. Eu perdi a fé justamente por ler a bíblia, orar e por ir nas atividades da igreja.
Com a gradativa perda da minha fé. de pouco a pouco, fui reavaliando minhas "filosofias de vida" e todos os conceitos que eu tinha. mutos desses novos conceitos eu adquiri por mídias (livros, tv, algumas músicas) e graças a algumas comunidades no reddit.
Um dos conceitos passados que eu perdi, foi essa "pureza sexual"
Teve várias influencias para isso, mas o anime Dororo (2019) tem uma cena realmente chocante e que me fez realizarr o quão estúpido é isso de dizer que uma mulher que teve vida sexual ativa é nojenta e impura. (mas vou evitar os spoilers)
Presente:
Neste ano, entrei em um grupo do Discord que tinha acabado de ser criado. Grupo pequeno. razoavelmente fechado e certamente seguro (ou seja, tolerancia zero contra trolls)Neste grupo, a galera conversava sobre o tema principal, mas também tinha canais para publicar fotos/selfies em geral.
Decidi publicar uma selfie lá.
Passado uns dias, uma garota de lá disse:"Achei seu cabelo lindo! seria muito estranho se eu dissesse que quero passar a mão nele?"
Aí com mais um tempo de conversa, a gente começou a namorar.
É namoro a distância? é!
Pode ser que dê em nada? Sim! (Foda-se!)
Mas depois de todos estes anos me repreendendo, tentando fugir da realidade. Todos estes anos fugindo dos meus desejos...Eu finalmente estou namorando, me abrindo com uma garota, e vendo ela se abrir comigo (no sentido emocional).
Sinceramente. Estou feliz! Me sinto motivado!Quero mudar pra onde ela mora!
(Na verdade eu já planejava mudar pra lá, Mas agora estou bem mais motivado)
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.27 06:22 needplastic Sou insuficiente e isso está me destruindo. (Talvez eu me mate, quem sabe?)

Tá, existem várias coisas fodidas que podem acontecer com alguém, ser feio não é NADA, mas isso está acabando comigo.
Tenho 22 anos, sou bv, virgem, nunca tive um encontro na vida, ninguém nunca se apaixonou por mim, nenhum cara nunca se interessou por mim.
Eu não ligaria pra nada disso se houvesse algo de positivo no resto da minha vida além disso, mas não tem nada.
Desde meus 3 anos que já morei com 4 pessoas diferentes, em 4 casas diferentes, e no fim das contas nenhuma delas é meu lar, eu não tenho mãe, não tenho casa, não tenho um porto seguro no mundo.
Atualmente moro com a minha avó que é bem idosa, o intuito é que eu cuide dela... mas é difícil, tendo em conta que ela me odeia, me cobra, me humilha e inventa mentiras sobre mim para o resto da família (ela já disse pra minha tia que eu bati nela, sendo que eu nunca encostei nela e eu nem teria força pra isso, apesar de idosa ela é gordinha e é mais forte que eu, sou pequena e meus braços são fracos, nem garrafa de água eu abro com facilidade, às vezes nem sequer consigo abrir).
Minha memória é ruim, não lembro das coisas que aconteceram antes, a maioria das coisas é o que me contam, mas tem bastante tempo que moro aqui, no mínimo 6 anos. E foram 6 anos sendo inferiorizada por ela, às vezes ela fica uns 3 meses sem fazer nada de ruim, mas ela SEMPRE volta a fazer.
Na escola eu sofria bullying, sou feia e minha infância maluca me fez ser meio antissocial, então somando esses fatos = bullying, acho até que era merecido pois eu não me arrumava pro colégio nem nada do tipo, eu era bem gordinha também e adolescente gosta de zoar isso.
Na internet era o oposto, eu que avacalhava todo mundo, era uma forma de deixar sair todo sentimento ruim que tenho.
Estou me formando na faculdade esse ano. Nunca estudei, tenho algum problema de concentração eu acho, só sei que não estudo e nem tenho ambição profissional.
Esse ano comecei a namorar, é pela internet então eu só mando fotos boas, em bons ângulos, com algumas edições... às vezes ele fala que me acha bonita, mas sempre que ele elogia outra garota e eu pesquiso o nome dela pra ver a aparência, eu sempre me sinto triste porque são mulheres muito muito muito mais bonitas do que eu, não chego nem aos pés.
2021 é o ano decisivo. Ou eu vou ir pra cidade dele sem nenhum parente meu saber meu endereço (eu juntei um pouquinho de dinheiro, o suficiente pra pagar uns 3 meses de aluguel apenas, nada mais). Mas, o medo de decepcionar ele ou de tudo dar errado está me fazendo desistir, então tem a outra opção...
Ou eu me mato.
Cansei de viver aqui nessa casa, cansei de ser horrível, cansei de ser chata, minha presença é insuportável até pra mim mesma. Não aguento me sentir a mesma menina de 16 anos, que não tirava foto e usava fake no facebook/orkut, sou burra, não aprendo nada da escola nem da faculdade.
Nem era pra eu existir, entende? Viver sabendo que sua existência foi um erro... é diferente, a sensação é diferente.
E eu não tenho vício em tristeza, eu amo gente feliz, amo os pequenos momentos de alegria que tenho às vezes.
Tem alguns motivos que fizeram com que eu não me matasse ainda: plásticas.
É, eu penso em fazer várias plásticas, emagrecer mais, definir o corpo um bocado. Mas eu precisaria de pelo menos 14 mil reais pra essas plásticas e as chances de eu conseguir isso antes de me mudar (pro meu namorado nunca ver os defeitos da minha cara) são bem baixas, eu fiz vários bicos pra juntar a quantia que tenho para os alugueis, mas isso demorou muito.
Morrer é mais fácil, mas existe o medo por ser uma decisão definitiva e não saber o que me aguarda.
Eu vou pro inferno, sabe? Sofri aqui, pra depois ir sofrer no pós-vida, Deus é amor, mas acho Deus cruel.
Se alguém ler isso algum dia toca aqui \o
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2020.07.27 05:07 sim_meu_nome_e_Leite Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

Oi Luba, gatas, editores, gatas, restos mortais de papelões, Pekeanu Reeves, gatas e turma que está a lever. A história é meio longa, então peço que tenham um pouco de paciência, se possível.
Eu sou bissexual (21, menina). Tirando meu irmão mais novo (19) e minha mãe (51), ninguém mais na minha família (eu acho) sabe. Eu sempre fui bem tranquila sobre minha sexualidade e nunca fiz nada demais a respeito da minha família para fazer que eles saibam, pelo menos até meu primeiro relacionamento sério. Eu tinha 19 anos na época e ela era bem mais velha (25 anos no começo, mais ou menos 7 anos de diferença), nos conhecemos na universidade: Ana (não é o nome dela, mas é o que vou usar) era aluna do curso de mestrado e eu uma bolsista do mesmo grupo de pesquisa da área dela, então eu meio que era responsável por montar os experimentos, auxiliar na instrumentação, produzir alguns artigos, etc... Eu acabei indicada para auxiliar a tese dela e meio que rolou no laboratório mesmo (outra história). Começamos a sair.
Namoramos por 1 ano e 3 meses. Por volta do quarto mês de namoro, eu "saí do armário" porque eu não achava que seria uma grande coisa. Foi meio complicado, meu irmão teve uma reação do tipo "EU SABIA" e minha mãe, bem, ela surtou. Ela exigiu que eu terminasse e parasse com toda a coisa de "sapatona", que tudo era culpa do Dani (meu melhor amigo, aliás ele é abertamente gay) que ele me """contaminou"""" e por aí vai.
Nunca fui 100% próxima dos meus pais, eles eram muito controladores e um tanto entitulados, especialmente comigo e minha irmã mais velha. Saí de casa aos 16 e moro sozinha desde então, pago minhas próprias contas, tenho meu próprio emprego, faço a federal do meu estado e basicamente eles não tem muito haver com a minha vida. Só mantinha contato por causa do meu irmão mais novo, que francamente é meu maior orgulho. No caso dos meus tios, primos e primas, se eu visse eles mais de duas vezes ao ano seria um milagre.
Demorou mais de dois meses para ela voltar a falar comigo e permitir que eu visse o Davi (meu irmão). Ela disse que iria ignorar tudo aquilo com três condições: Não influenciar o Davi, não contar ao restante da família (especialmente meu pai) e levar somente meus "relacionamentos de verdade" para casa (traduzindo, eu só poderia trazer para casa meus namoros heterossexuais e pelas proprias palavras dela: "deixar a put**** fora de casa"). Do contrario, ela nunca mais iria permitir que eu visse meu irmão.
Sinceramente, eu não me importei. Davi e Dani era minha única família de verdade e eles me apoiavam, então estava bem feliz apesar da situação tensa. Sem contar que ele tinha 17, logo faria 18 e já planejávamos que ele se muda-se para minha casa. Expliquei a situação para minha namorada e, surpreendentemente para mim, ela ficou livida (p***) por eu me submeter a esse tipo de merda.
Nós discutimos MUITO. Levou cerca de uma semana para voltarmos. Basicamente, ela achava melhor eu confrontar a situação toda. Eu achava injusto passar por toda aquela dor de cabeça, se eu poderia esperar alguns meses para meu irmão completar 18 e vir morar comigo e então mandar meus pais para aquele lugar. Ainda por cima ela mesma também não era assumida e estava exigindo que eu fizesse basicamente a mesma coisa que ela se recusa a fazer á anos. E eu dizia isso para ela, Ana só dizia que "é diferente" e "para você é mais fácil", por aí vai.
Eu não queria arrancar ninguém do armário. Não precisa ir muito longe na internet para ver os relatos desse tipo de processo que pode ser bem complicado. Eu não exigia que ela me assumisse ou algo do tipo, então na minha cabeça pelo menos, já que eu não exijo isso não teria porquê ela exigir de mim.
Ela insistia que era diferente, que a família dela era mais complicada que a minha (a família dela era beeeem religiosa, já a minha era só conservadora mesmo) que eu não ligava para meus pais e que era fácil.
Mesmo que eu não ligue sobre o que eles diriam sobre minha sexualidade, não é como se tudo que eles dissessem sobre mim não me afetasse. Além disso, toda a confusão seria incrivelmente tensa para o meu irmão, por mais que eu não seja fã dos meus pais, ele os ama e colocar um garoto de 17 anos em uma situação em que ele teria que "escolher um lado" entre parentes que ele ama não é exatamente o conceito de saudável.
Enfim, apesar de toda confusão, botamos uma pedra no assunto e o encerramos. Mesmo assim o clima ainda era estranho e a bolha estourou no natal do ano passado.
Eu mandei algumas mensagens privadas para ela, já que cada uma ficou com sua família no Natal. O pai dela leu as mensagens. Obviamente, as coisas não foram nada boas. Recebi uns áudios bem assustadores dele. Ele é um PM aposentado então eu me caguei um pouco, confesso. Alguns dias depois na véspera do ano novo, nós terminamos.
Meu irmão e eu moramos juntos hoje em dia (atualmente ele têm 19). Por volta de março desse ano um cara se moveu para o apê da frente, com a quarentena passamos a nos esbarrar bastante e começamos a namorar, o namoro vai muito bem aliás.
De alguma forma, minha ex soube e me mandou algumas mensagens (já fazem mais de 7 fucking meses que terminamos). Ela disse muita coisa, a maioria eram um monte bosta, mas uma coisa que ela disse ficou na minha cabeça: Se você tivesse insistido mais com seus pais nós ainda estaríamos juntas.
Bem, isso está na minha cabeça já faz uns dias e eu realmente não sei o que pensar. Meu irmão concorda em parte com ela, e que eu realmente deveria ter insistido mais naquela época e dado uma chance para ver a reação de todo mundo, ao invés de excluir todos de uma vez com exceção dele, mas o que foi, já foi e que eu deveria focar nas coisas de agora.
Bem, eu não tenho quase nenhum contato com meus pais hoje em dia. Não sei qual foi a primeira reação do meu pai e do resto da família, mal sei direito se eles tem alguma ideia. Da feita que o Davi completou 18 fizemos a mudança e não me preocupei em manter contato, disse para minha que ela poderia contar ou não, até agora me parece que ela escolheu não contar. Ele ainda ver nossos pais obviamente
Eu sou uma babaca?
📷ResponderEncaminhar
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2020.07.27 02:47 madudaramos um desabafo

eu nunca estive tão perdida na minha vida, com essa quarentena, ficar tanto tempo longe de meus amigos e namorado, sem responsabilidades como estudo ou trabalho, me deixou numa situação que eu cada vez mais fiquei a merce de mim mesma e meus complexos/problemas/malresolvimentos e eu não consegui mais fugir de mim mesma.
desde muito nova eu sinto atração sexual por mulheres, e eu achava que esse era o ""normal"", quando eu criança queria pesquisar "pornografia" e digitava no google imagens "mulheres gostosas", eu achava que isso era ""normal"", por mais que desde sempre fui ensinada assim como todas as pessoas que, como menina, eu tinha que gostar de meninos, namorar meninos e me apaixonar por meninos, e, normalmente, eu tinha minhas paquerinhas na escola, todos meninos.
até que um dia, assistindo um desses desenhos tipo family guy, eu reparei que a personagem tinha falado que tinha se exitado com um homem musculoso, e eu me indaguei se eu tinha que me sentir assim, completamente confusa, porque eu achava se só sentia atração por mulheres.
com o passar dos anos eu fui crescendo e aprendendo que o "normal" era as meninas se exitarem com homens, minhas amigas e primas me mostravam homens sem camisa e eu só ia na onda, eu só queria ser normal. eu não entendia pq eu era errada, mas nunca me preocupei muito com isso.
eu tive experiencias que todas mulheres heterosexuais tiveram, tive meu primeiro beijo, meus primeiros namoros, minhas primeiras experiencias sexuais, minhas primeiras paixões: todas com meninos. mas quanto mais eu amadurecia e mais o tempo passava aquele "segredinho" ia me consumindo e ficava cada vez mais dificil de fugir.
em 2017, com 16 anos, eu perdi minha virgindade com meu namorado na época, foi meu primeiro namoro sério. a ideia de ser bissexual tava muito real na minha cabeça e quando terminamos, em meados de 2018, eu contei pra um dos meus amigos próximos que eu tava questionando minha sexualidade e queria que ele desenrolasse alguma menina pra mim, mas mais ou menos um mes depois do término, eu me relacionei com meu melhor amigo, que eu sempre tive sentimentos, e eu tava completamente apaixonada, e por acaso, ainda estou, estamos namorando desde maio de 2018, completamos 2 anos recentemente e eu o amo muito, mas aí que vem o problema.
desde o um pouco antes da quarentena minha sexualidade voltou a ser uma tópico na minha cabeça que tava me enlouquecendo, eu tava/to apaixonada por ele, e por mais que eu sinta sim atração por ele, não é nada comparado ao que eu sinto quando fantasio por mulheres, eu acho que ao longo dos anos eu aprendi a amar homens, a deseja-los e tudo isso, mas no momento que eu to mais vulnerável, não é no sexo masculino que eu penso, e isso me corroe, porque eu não sei me imagino sem ele ao meu lado mas ao mesmo tempo a ideia de nunca me relacionar com uma mulher me deixa maluca, eu não tenho coragem de contar pros meus amigos porque eu tenho medo que tudo mude, e eu também tenho medo de num futuro que eu me apaixone por uma mulher eu tenha que me abrir pros meus pais e por mais liberais que eles pareçam, eu cresci minha vida toda ouvindo eles ridicularizarem lésbicas e gays com piadinhas e comentarios esteriotipados, eu tenho muito medo de que tudo mude, de que eu perca meu melhor amigo, eu tenho tanto tanto tanto medo de tudo .
talvez viver uma vida hetero seja mais fácil.
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2020.07.27 00:24 JIYOZE Minha mãe me levou ao psicólogo porque eu não ia em baladas.

Olá, este é apenas um desabafo sobre algo que aconteceu alguns anos atrás, mas nunca contei para ninguém. Estava escrevendo outro texto para colocar aqui com as minhas indignações atuais, no entanto, ficou extremamente grande e decidi apenas contar essa parte constrangedora por enquanto.
Para contextualizar, fui uma aluna de desempenho excelente, estrela nos projetos da escola, desenvolvia exemplarmente meu papel de aluna modelo. Sempre trabalhei empreendendo em alguma coisa para ganhar meu próprio dinheiro, aos 10 anos eu já ganhava média de 200 reais por mês, trabalhando só no meu tempo livre com coisas que eu sabia fazer e vender. O foco era gastar como eu bem queria, embora eu só guardasse praticamente tudo e fazia empréstimos ao meu pai. Aos meus 16 anos comecei no meu primeiro emprego, dentro da área que eu sonhava em atuar. Trabalhei por um ano, apesar de ter sido uma ótima experiência foi também uma das maiores decepções da minha vida, pois não era como eu pensava e me senti desiludida. Nesse meio tempo entrei na faculdade em um curso de prestígio e me dediquei totalmente a montar meu caminho profissional. Logo que fiz 18 anos aproveitei para fazer networking e minhas saídas se se resumiram em eventos de empreendedorismo. Após sair da escola eu cultivei poucas amizades e na minha correria de faculdade, trabalho, networking, nunca sobrava tempo para algum tipo de lazer. Doce engano, a verdade é que eu gosto mesmo é de ficar em casa no meu tempo livre, assisto um monte de coisa que gosto e já estou feliz.
Meus pais me criaram para ser uma pessoa dedicada, não acho ruim. Eu sempre fui muito obediente. A minha mãe sempre me dizia que balada era algo ruim, perdição e prostituição, como não tinha interesse (E ODEIO MÚSICA ALTA), eu só concordava. O problema é que minha família ficou esperando eu começar a me rebelar, criar problemas, namorar e etc. O que não aconteceu. Meus pais começaram a achar que eu tinha sérios problemas. O fato de nunca ter trazido um namoradinho para apresentar foi, inclusive, motivo de pensarem que eu era lésbica. Um dia a minha mãe me disse que iríamos sair e não disse onde. Quando chegamos lá era um consultório psicológico e durante a primeira sessão eu ouvi por 1h a minha mãe contar a psicóloga que eu não saia, ficava apenas em casa, não namorava e etc. Eu não sabia que ela tinha todas essas preocupações.
O que leva um mãe e um pai a criarem seus filhos para serem dedicados, estudiosos e etc, sentirem que tem algo errado na vida do filho porque ele não está "curtindo" o mundão?
Em pouco tempo eu recebi alta da psicóloga. Não me arrependo de ter feito tal tratamento, pois me ajudou a lidar melhor com meus pais. Mas, a cobrança nunca acaba... Hoje estou com 21 anos, em dezembro termino a faculdade, sigo solteira e raramente tenho interesse em alguém, quando acontece passa rápido. Mas todo mundo da família está agora esperando eu me aventurar após sair da faculdade, pois concluíram que eu estava me dedicando a ela e por isso não saia para bagunçar, obviamente não vai acontecer, assim como não aconteceu quando fiz 18 anos.
2020 está sendo assustador por tantas catástrofes que estão acontecendo no mundo, mas 2021 provavelmente será um ano de catástrofes na minha vida, porque toda essa cobrança me deixa louca e já estou achando um saco antecipadamente. Não sei como vou continuar protelando essa obrigação, todo mundo da minha geração na família já casou ou está divorciado. Passo mais tempo justificando que não estou interessada em namorar do que tentando namorar. Aí que sono. Explicações a parentes são um saco. Vontade de mandar todo mundo ir para aquele lugar e me deixar em paz.
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2020.07.25 19:32 JonaPickles "A Descoberta e a identificação"

Oi luba, editores, turma, gatos, e possível convidado olline, hoje vou contar um história de identificação que realmente me mudou muito de uns anos para cá.
"A Descoberta e a identificação"
Bem, como q história é de indentificaçã sexual, de início é bom que tenham em mente que minha família não é homofobia nem nada, mas tende a não entender os conceitos da divercidade de identificações e orientações (por não estarem em total contato com assuntos assim), todos da minha família são heteros (pelo menos os que eu conheço) menos eu. E eu não vejo necessidade em assumir o que eu realmente sou porque, não acho que eu realmente preciso falar que não me interesso nem por homens, nem por mulheres, nem por ninguém. Mas mesmo não falando nada preparo respostas a quem me perguntar. Desde início eu achava que era uma pessoa heterosexual. Com 6-7 anos eu perdi o BV com uma menina. Eu achei que iria namorar com uma menina algum dia, ou quem sabe se casar. Porém, eu sempre tive dúvidas sobre minha sexualidade. Por sofrer preconceito em ser o nerd da sala, por deixar meu quarto mais organizado que meus próprios pais, por estar sempre conversando com meninas, por nunca falar de sexo, sempre fui taxado como gay. E eu era/sou uma pessoa super family freiends, pra mim quando me chamavam de gay, eu achava que era um elogio, mas mal sabia que era desrespeito comigo. Eu nunca falei palavrão nem nada obceno, e não gostava de pessoas que falavam assim ( bem, hoje eu assisto luba então eu mudei). E eu não entendia o que realmente é ser um homem hétero, não sabia que deveria ter interesses sexuais nas mulheres, até porque eu odiava esses tipos de assuntos. Mas foi aí que com uns 11 anos eu me "apaixonei" por um melhor amigo (depois eu explico o porquê das ""). Eu realmente gostava muito dele, mas pensei que seria errado ter um comportamento gay então me senti na necessidade de mudar ou entã falar o que eu sou. Por uns 2 anos eu senti muita "paixão" por ele e sofri por quase tudo o que um gay no armário sofre na sociedade. Eu tive medo de mostrar a minha verdadeira identidade. Eu comecei a me sentir mal pela minha decisão e por meu "gosto". Com dúvidas sobre mim, comecei a assistir vídeos de gays assumidos tipo luba , Jean , para realmente entender oq realmente sou ( uma ótima guia inclusive kkkk) e mais ou menos nesse tempo eu passei a realmente a ter uma "aulinha sexual" nos vídeos . De início me culpei por ver esse tipo de video, mas foi aí que eu entendi que ser gay de verdade é ter interesses sexuais, interesses homoafetivos, sentimentos totalmente ao contrário que eu tinha com esse melhor amigo. Na verdade, o que eu sentia e sinto por esse melhor amigo é o conforto em dizer coisas pessoais. Por ajudar ele com alguns problemas pessoais dele, eu me senti como um irmão. Eu sempre via a histórias, sempre via os comportamentos do luba, Jean, tudo, e ficava confuso com tudo porque eu achava que era um "gay diferente". Eu passei a me odiar por sempre ter me rotulado com algo que eu realmente não sou, e me senti traído por todos que diziam o que eu era. Entrei numa fase triste. Mas o que me fez me sentir bem foi ler o livro" amar ou depender" de Walter riso. Uma vês o luba disse que era bom então, resolvi ler e meu Deus, que livro top. Consegui ser independente emocionalmente, visto que eu vivia grudado com meu melhor amigo e que necessitava de ajuda dele. Eu sempre investi energia para ajudar ele emocionalmente mas não tinha troca. Embora doce, por ter problemas e traumas de infância, ele não sabão direito o que é empatia. E tipo, com todo esse desenvolvimento, eu deveria ressaltar que eu fui uma pessoa sozinha na escola, eram poucos que eu conversava, não tinha com quem me abrir. E também, eu infelizmente nunca contei nada aos meus pais, isso era algo que mais me preocupava diante de tudo isso. Eu sabia que eles iam me aceitar, mais sla. Porém até certo ponto foi bom pra mim não ter dito nada a ninguém porque, eu não sou o que eu sempre queria dizer. Hoje eu sou assexual, descobri que eu realmente não sinto interesse sexual ou afetivo por nenhum dos sexos possíveis, e que devo agora seguir em frente independente de tudo. Se eu tivesse dito coisas que eu não sou em pouco tempo, sem construção de opinião, iria dar ruim pra mim. Por exemplo, por mais que eu me sentia confortável foi bom não ter dito nada a esse meu amigo. Ele tinha pontos homofóbicos, o que foi quebrado com o tempo de amizade que temos hoje. Eu prezo muito nossa amizade, e acredito que dá pra mudar as opiniões das pessoas das pessoas na amizade ( sem manipulação, claro) e se construir. Mas pelo menos pra mim, eu acho que vale a pensa esperar mais um pouco para confirmar minha sexualidade. Por ser jovem (16 anos) , e estar em desenvolvimento sexual, pode ser que algo mude, que no final de tudo tenho enterrese sexual sim. Não faço isso por medo da sociedade me atacar, mas talvez para mim realmente é bom esperar. Então a dica que eu dou pra você jovem que tende a ter traços homossexuais, espere um pouco, e quando você for independente assuma em paz ( ou então, nem assuma, direito seu ), pois eu realmente sofri quando achei que era hétero e quando pensei que era homem sexual. Mas independente de tudo, seja feliz do jeito que você é pois você que sofre por ser diferente, com certeza irá dar volta por cima algum dia e com essa história vai ajudar outras pessoas nesse mundo que sofrem com esse tipo de problema, . Me senti na necessidade de dizer algo no reddit pra ajudar alguém que sofra. Estou muito feliz porque a turma feira voltou :) .Como sempre um beijo para quem quiser <3.
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2020.07.25 09:41 toddynha_sua_bb Estou sendo babaca por "trocar" minha tia e vó por minha mãe???

olá luba, editores, gatitas pspsps, FBI, restos de papelão em forma de gente e turma q está a ver.
Me perdoem pela história enorme mas queria deixar em detalhes tudo.
□ Essa história é bem complicada mas vou tentar contextualizar.
Em 2012, quando eu tinha 8 anos, meu pai morreu em um acidente de carro. Bem, meu pai era dono de uma empresa de carros e minha era técnica de enfermagem, ent depois da morte dele ficou bem pesado para minha mãe pagar todas as contas de casa sozinha. Então, ela começou a trabalhar mais, com isso fui passando mais tempo na casa da minha vó e tia (mãe e irmã do meu pai) até morar com elas. Ademais que no começo eu percebia que minha tia não ia muito com a cara da minha mãe e eu n entendia muito o porquê já que era uma criança inocente e abalada q só via o lado bom das pessoas.
◇ E é aqui que a história começa a ficar podre:
Minha mãe como viúva de 33 anos tentou continuar a vida dela, ter relacionamentos e amizades novas. Nisso, minha tia não gostava nem um pouco da nova vida de solteira da minha mãe, inclusive no decorrer da minha infância ela fazia questão de me mostrar oq minha mãe estava fazendo, onde estava ou oq fazia enquanto eu ficava na casa da minha avó. Ao longo dos anos eu fui crescendo com minha tia contando coisas horríveis sobre a minha mãe e fui criando muita raiva da minha mãe (ao ponto de gritar e chorar sem motivo sempre que ela ia me pegar pra fazer compras ou me levar pra passear)
○ Vou tentar ir direto ao ponto pq já tô em prantos escrevendo isso.
De 3 anos pra cá tudo melhorou em relação a minha tia e mãe, mas com a chegada da minha adolescência mais os problemas do passado, tive vários problemas, incluindo depressão, ansiedade, bulimia, etc...
Minha tia sempre falava que quando eu crescesse e tivesse uns 16 eu iria querer voltar a morar com minha mãe para ter uma vida mais "Liberal" leia-se sair com amigas, usar a roupa q eu quero e namorar. Ent comecei a ficar com minha mãe todo fim de semana, mas não por esse motivo, foi apenas por ter me tocado que eu passei tanto tempo sendo grossa com minha mãe, que percebi que ela não sabia coisas simples sobre mim como meu refrigerante favorito.
♡ Eis a explicação para a pergunta do título:
Agr com 16 anos, estou me sentido horrível por querer morar de vez com minha mãe e sair da casa da minha vó e tia que se apegaram tanto a mim, mas ao mesmo tempo feliz por ter uma relação saudável com minha mãe.
Enfim, só quis contar minha história aq pq eu seriamente não sei oq fazer para manter meu coração em paz com essa situação.
SOU BABACA OU APENAS MUITO DRAMÁTICA? Rsrs
Bjs de luz pra vcs 💜💜💜
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2020.07.23 20:21 sugarparkjm Sobre ser gorda e ter hernia de disco

Olá, esse é meu primeiro post e estou aqui para fazer um desabafo sobre meu peso ao longo dos anos. Vou tentar resumir alguns acontecimentos. Esse post poder ter algum tipo de gatilho para certas pessoas(?)
Eu sempre fui gordinha a minha infância e adolescência toda, mas no primeiro semestre de 2009, quando eu tinha 16 anos, eu decidi que iria mudar antes de entrar na faculdade. Eu fiz uma dieta rigorosa, inclusive tinha cortado todo os tipos de carne da minha dieta, comia o mínimo possível e fazia caminhadas todos os dias. Eu consegui emagrecer o bastante para entrar dentro do "IMC normal", mas ainda sim não me achava magra. No segundo semestre de 2009 eu entrei para a faculdade de TI e arrumei um namoradinho lá. Eu continuava com a dieta até que um dia (outubro de 2009) eu desmaiei depois que voltei de uma caminhada, minha mãe me levou no médico, fizeram exames de sangue, mediram minha pressão, glicose etc. e o resultado foi: anemia e pressão baixa. Quando voltamos do médico minha mãe me obrigou a comer carne novamente, e desde esse dia eu voltei a comer "normalmente", pois ficava com medo da minha mãe me internar (ela tinha feito essa ameaça caso eu não voltasse a comer normalmente).
Em 2010 eu percebi que tinha voltado a ganhar uns 2 ou 3 kgs... Eai eu decidi que iria fazer algum tipo de exercício físico de alta intensidade, foi então que eu entrei pro karatê. Eu confesso que eu era viciada no karatê. Eu ia para os treinos TODOS OS DIAS. De segunda a domingo. Isso manteve o meu peso estável, mesmo eu comendo muito. Eu nunca fui de comer mal, besteiras e coisas do tipo. A questão aqui é eu sempre comi muito, desde criança.... Treinar karatê me fez ficar com o peso estável por todo o tempo em que eu pratiquei. E também me fez adquirir músculos e ter um corpo bonito.
Eu treinei karatê fielmente, do ano de 2010 até 2013. Eu era muito boa mesmo. Cheguei a pular da faixa branca para a vermelha, fui aluna destaque, ganhei campeonatos, viajei o Brasil por causa do karatê. Eu tinha amigos lá, e também cheguei a namorar um faixa preta no começo de 2012. Esse cara que eu namorei era muito manipulador, e eu descobri que ele me traia também. Mas eu perdoei e continuei namorando com ele. Ele foi o meu primeiro namorado que tirou minha virgindade e eu achava que iria casar com ele. Ele tinha hábitos alimentares horríveis e acabou que eu comecei a comer as mesmas besteiras que ele comia.
Em 2013 eu comecei a fazer academia. E eu lembro que um dia, ao trocar o treino com um dos instrutores (ele não me acompanhava, só estava lá para passar novos treinos), eu perguntei quantos kgs de peso era pra colocar no aparelho para fazer o agachamento Smith, e ele disse uma quantidade que agora não me lembro exatamente, mas sei que quando eu comecei a fazer o exercício eu percebi que era peso demais, eu logo falei pra ele que tava muito pesado e ele me olhou de cima a baixo, e disse pra eu deixar de ser frouxa e que eu aguentava. Eu fiz o exercício morrendo de dor na lombar e no joelho, e com certeza de forma errada, mas o instrutor não me corrigiu ou me auxiliou. Depois desse exercício não aguentei fazer mais nenhum outro e fui para casa. Depois desse dia minha lombar e meus joelhos nunca mais foram os mesmos. Eu parei de ir na academia e fiquei só no karatê, mas meu desempenho no karatê também diminuiu porque certos movimentos fazia minha lombar e meus joelhos doerem.
Me formei na faculdade no 1º semestre de 2013 e comecei a trabalhar em julho e com isso foi ficando mais difícil ir pro karatê como antes. Além de chegar cansada do trabalho, eu também tinha dores na lombar constantemente. E eu tinha voltado a engordar de novo. No final de 2013 eu já estava com 70 kgs, tinha praticamente largado o karatê, tinha dores na lombar recorrentes e estava num relacionamento infeliz. Nesta mesma época eu conheci meu atual marido (vou chamá-lo de M) pelo Facebook. Nós já tínhamos conversado antes, anos atrás, mas não tinha dado em nada.
No começo de 2014 eu fui no meu último campeonato de karatê e terminei esse meu relacionamento com o faixa preta e comecei a sair com o M. Depois desse campeonato eu nunca mais fui aos treinos de karatê (evitava também pra não ter contato com o faixa preta), e também não malhei mais em nenhuma academia. Eu fazia caminhadas com o M ou então andávamos de bicicleta.
A vida foi ficando mais corrida e eu tinha cada vez menos motivação/ animação para atividades físicas. Fui num ortopedista para ver a situação da minha lombar e dos joelhos. Em no final de 2014 fui diagnosticada com protusão (abaulamento) discal com compressão do nervo e condromalácia patelar.
Depois de 2014 a minha vida foi a mesma coisa: vai no médico, faz fisioterapia, melhora, faz atividade física, piora, ganha peso, vai no médico, faz fisioterapia, faz atividade física, piora, ganha peso… Eu passei muito tempo indo parar na emergência do hospital para poder tomar remédio na veia para dor. Fiz muitas sessões de fisioterapia. Comecei e parei exercícios físicos várias vezes durante esses últimos anos… Atualmente eu não como tanto como eu comia como quando eu estava no karatê, mas eu tenho ansiedade também e algumas vezes isso provoca uma compulsão alimentar lascada.
Acontece que atualmente eu já estou com quase 100 kg, o problema da minha lombar evoluiu para uma hérnia de disco com compressão do nervo, o que faz doer constantemente e piora muito quando eu estou estressada. Já perdi vários dias de trabalho por causa desse problema e eu sei que estar gorda piora e muito a situação. Eu sempre ouço dos médicos que eu tenho de emagrecer para não sobrecarregar os joelhos e melhorar (pelo menos um pouco) a dor na minha lombar. Mas eu não consigo mais emagrecer. Eu engordei 20 kg a mais do peso que eu estava em 2009 quando fiz a primeira dieta.
Ao longo dos anos eu tentei uma serie de dietas, eu emagrecia, mas depois de alguns meses voltava a engordar de novo e mais ainda. A anemia que eu desenvolvi em 2009 sempre volta de tempos em tempos. Desde aquela época meus níveis de ferro e hematócrito são baixos. Meu emocional também foi muito afetado nesses últimos cinco anos, sofri uma serie de problemas no meu relacionamento e traumas. Só de imaginar as dores que eu vou sentir quando fizer algum exercício físico já me desanima o bastante para extinguir a minha vontade de sair da cama.
Atualmente só de ficar sentada por mais de 30 min minha lombar já começa a doer (igual está doendo agora ao escrever esse desabafo). Eu me sinto horrível ao me olhar no espelho. Eu tenho compulsão alimentar e ansiedade. Eu não tenho o mínimo ânimo para fazer exercícios físicos. Eu sinto dor diariamente. Eu sinto falta do karatê. Eu sinto falta do corpo bonito que eu tinha.
Meu marido já deixou claro sua preferência em ver mais magra. Ele acha ruim quando eu como algo não saudável (e eu concordo que eu não deveria comer comida não saudavel, mas algumas vezes eu não consigo evitar, o que gera a situação deu comer escondido). Algumas coisas eu como para me sentir feliz ou como quando estou ansioda. Mas logo em seguida eu me sinto extremamente culpada ao comer. O que ocasiona em crises de choro logo após comer. Quando eu não choro eu fico com raiva de mim mesma, sempre seguido de angustia e tristeza. Meu emocional parece que está sempre numa montanha russa. Altos e baixos a cada simples acontecimento.
Eu fico pensando que ficar magra vai me tornar feliz...
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2020.07.23 08:45 Aluzi2002 Amadureci tarde

Sempre vi todas as garotas saindo com amigas, indo para festa, enfim, curtindo a adolescência. infelizmente, só fui fazer amigos aos 16, e são somente 3 garotas. Tive meu primeiro beijo aos 17-quase-18 anos no começo deste ano. Sinto que amadureci tarde.
Comecei a aproveitar minha juventude tarde e agora sou adulta e tenho que lidar com responsabilidades de faculdade e arranjar um emprego num futuro breve. Gostaria de poder me apaixonar e namorar, mas não acho provável que aconteça em um tempo próximo porque: 1) sei das expectativas de um relacionamento romântico e não estou pronta para isso ainda, minha mentalidade é muito boba, porém cada ano que passa para mim sei que as expectativas irão aumentar, mas faz pouco tento que dei ainda meu primeiro beijo. 2) tenho muita dificuldade de fazer amigos. Não sei manter conversas direito, seja na vida real ou pela internet, não sou uma pessoa interessante e etc.
As únicas amizades que tenho também sinto que cada vez se afastam mais de mim. Temo que serei uma eterna solitária.
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